De → para interno
Service
as Software.
Digital experience for what’s next.
Agora, as software.
A pergunta
A IA veio pra ficar.
O que isso quer dizer?
Como se usa.
Como se aplica.
Pra que serve.
Como se presta o serviço.
Como se modela o negócio.
A questão é como os negócios capturam todo o valor potencial da tecnologia em evolução — e como a gente presta o serviço e modela o negócio em cima disso.
Mercado
em software
em serviços
Intelligence
Tarefa com regra.
O agente executa.
Judgement
Decisão com contexto.
O humano conduz.
Wedge
O que já é terceirizado.
Quem compra, já compra trabalho.
Fontes: Sequoia, “Services: The New Software” · Canastra, 27/10 (tool calls Anthropic).
De → para
Hoje
Squads co-gerenciadas
FT/PT alocados
Ongoing · pacote de horas / PS
Recursos diversos como squad compartilhada na carteira
Body shopNão morre
Preservado como commodity: profissionais muito eficientes
Destino
AI Pods
Execução agêntica com orquestração humana — no Motor Arc
Body shopPreservado
Profissionais qualificados por tecnologia, expertise e stack
Muda a unidade de contratação.
Hora-homem → entrega de valor. Qual unidade vendemos? Como precificamos?
Pressão global · C-level
Todo C-level precisa
da mesma coisa:
responder à transformação do mercado.
A pressão não é aplicar IA. É o mercado mudando — e provar valor. Agora.
Quem não mostrar o valor, vira custo.
Pressão Brasil
de margem que só a reforma tributária pode comer.
+
Clientes em corte de custo.
+
Time humano inflando horas.
Churn silencioso de eficiência.
+
Instabilidade jurídica no Brasil.*
Força reduzir trabalho humano — legislação local.
* Risco econômico: explosão do dólar frente a um enfraquecimento do real.
O erro
AI-augmented squad
Mesma squad. Mesma hora-homem.
O ganho não escala — só melhora o que já existe.
“Pergunte ao dono da carroça o que ele quer:
uma carroça mais rápida. Nunca um automóvel.”
Steve Jobs, citando Henry Ford · Isaacson, Steve Jobs (2011). Atribuição a Ford é apócrifa.
Estamos construindo o automóvel — não uma carroça mais rápida.
O destino
Rebuild no Arc.
SDLC agêntico, ponta a ponta.
01
Demanda
02
Spec · SDD
03
Build · Harness
04
QA · prova E2E
05
Staging
06
Release · aprendizado
Copilot vende a ferramenta.
Autopilot vende o trabalho.
Anatomia do AI Pod
Arc
Papel A · N
Humano de negócio
e conta
Outcome · UX · CRO · analytics · SEO/GEO · regras comerciais
Aprova o porquê.
Motor Arc
Execução
agêntica
FE · BE · QA · PD · PO · DevOps
Capacidade agêntica — não headcount
Papel B · T
Humano técnico
do motor
Orquestra bots · integridade do motor · segurança · release
Garante o como.
1N + 1T + Motor
Função deixa de ser pessoa. Vira capacidade no Arc.
Dois papéis · em debate
Papel A · N
Responsável de Conta / Produto
Background profundo no negócio do cliente — mercado e contexto. Traz isso para UX, CRO, analytics, SEO/GEO e regras. Outcome: estimula mais demanda.
Aprova o porquê. Gera o próximo porquê.
Papel B · T
Responsável Técnico / Motor
Constrói e mantém o ecossistema digital. Não é BE, FE ou QA — orquestra agentes, garante resultado, mede e acelera time-to-value, reduz erro e esforço.
Garante o como. Acelera o valor.
Esses perfis ainda não existem prontos. Vamos construí-los.
Commerce primeiro. Depois AEM, Target, Analytics. Expertise varia; a stack é uma — Arc.
Sinal das plataformas
As plataformas param de certificar
por função.
Arquiteto e negócio sobem. A função vira agente.
Tendência: certificar quem conduz (arquiteto, business) — não quem executa a função. A execução funcional tende a virar capacidade agêntica.
Shopify
Academy encerrada em 29/10/2026.
Certificação deixa de ser requisito de tier. Credenciais valem até 01/01/2028. A régua de tier é comercial.
Adobe
Poda a certificação granular.
~20 certificações com último exame em 25/10/2026. Ficam Developer, Business Practitioner e Architect Master. Especialização por matriz + referências / CSAT.
Fonte: panorama certificações DIGITAL HUB, 04/11/2026 (FAQ Shopify Academy; Adobe Partner/Certification, acesso 04/11).
Adobe · onde atacamos
Operate.
Delivery e operação do ecossistema Adobe.
O cliente já terceiriza a operação de experiência / Adobe.*
Wedge: troca de fornecedor — não reorg de headcount.
Entramos entregando resultado — alavanca de negócio. A unidade deixa de ser a hora.
* Há clientes que só contratam headcount (body shop). Essa oferta permanece.
Custo e operação · hoje → SaS
O custo deixa de seguir o headcount.
Conceitual. Sem métricas inventadas. Qualquer norte de otimização de custo humano = direção, não meta medida.
A tese · 3 frentes
Eficiência
extrema.
Motor Arc em toda a operação.
Venda de
inovação.
O que o cliente ainda não sabe que pode ter.
Comercial
agressivo.
Vendor swap onde o trabalho já é terceirizado.
90 dias · dual track
Rascunho v1 · a validar
Duas frentes. Em paralelo. Não em sequência.
Track A reconstrói a máquina. Track B captura o mercado. As duas correm juntas.
Track A
Rebuild Arc
Track B
Máquina comercial
Pedidos à sala
Decisão de hoje:
de → para + dual track 90 dias.
Aprovar o destino: DIGITAL HUB = SaS. Tudo vira Arc.
DecisãoPriorizar o rebuild Arc nos próximos 90 dias (papéis A/B + pods piloto).
PrioridadeRodar a máquina comercial em paralelo — não depois.
ParaleloPatrocinar a construção dos papéis A e B (ainda não temos o perfil pronto).
PessoasPreservar body shop como commodity eficiente e abrir a revisão de unit economics (hora-homem → entrega de valor).
Modelo